TIM BURTON
Curta o trailer de “Alice no País das Maravilhas”!
Com filmes impecáveis na direção de arte e ousadia nos enquadramentos, que lembram muito os expressionistas alemães, não é a toa que fez uma cinebiografia do diretor de filmes B ‘Ed Wood ‘, Tim Burton é um dos cineastas que: ou você gosta, ou você não gosta, não gosta de cinema…
É impossível não ficar grudado na tela e não se deliciar com as fantasiosas e fascinantes imagens que esse diretor consegue produzir. Desde ‘Batman’, ‘Os fantasmas se divertem’, ‘Edwart Mãos de Tesoura’, Hollywood recebe a graça de ter um diretor com um olhar refinado para os detalhes e na condução da narrativa de uma forma sombria e ao mesmo tempo extremamente doce, sensível e cheia de humor. Seus filmes revelam que mesmo de baixo de uma capa preta - existem ali sentimentos de um herói humano, como em ‘Batman’ ou no curta baseado no poeta Edgar Allan Poe: ‘Vincent’.
Seus trabalhos sempre com um toque sombrio e assustador, nos leva a um mundo incrivelmente surreal e admirável, mesmo com excêntricos personagens, saboreamos com muito prazer as conquistas dos heróis em tela, apesar dos meios praticáveis por eles. E também os vilões, muito bem dirigidos e de grande talento, como Jack Nicholson, no papel do eterno Curinga. Sem contar os grandes sucessos com seus parceiros: Johnny Depp e Helena Bonham Carter(Rainha de Copas em ‘Alice’), sua esposa.
Os filmes de Tim Burton são fáceis de reconhecer, possuem uma essência própria - fruto do gosto de Burton por longas de terror, ou seja, visualmente são filmes que possuem uma fotografia dramática, com contraste de luz e sombra, uma direção de arte que é sua marca, com traços finos e longos, rostos marcados e de profundo olhar, cores sombrias e vibrantes quando necessário, de sutilezas coerentes à narrativa. Arte essa aprendida nos estúdio Disney, onde pôde desenvolver seu curta de animação ‘Vincent’ que foi a base de um personagem excêntrico mais querido pelas crianças e por adulto também, Jack Skellington, da animação “O estranho mundo de Jack”.
TRÊS DIMENSÕES: O que faltava ao diretor Burton era o 3D, e como já é realidade, seu novo longa está muito mais poderoso na arte visual, pois juntou a fantasiosa história de Lewis Carroll e a tecnologia sem limite da computação gráfica para fazer “Alice in Wonderland”. Novamente com as participações Depp e sua esposa, “Alice” levará os espectadores a viver os enigmas, as charadas e as loucuras que o escritor e matemático inglês fez no século XIX, com muito mais cor e intensidade.
A trama não segue a versão original, mas só de imaginar na história de “Alice no País das Maravilhas” recriada por Tim Burton, é uma coisa surreal, ver essa obra no cinema em 3D é o ápice da fantasia, pois, vai deixar todos admiradores desse filme que é mais um marco no cinema mundial e que consolida o nome de Tim Burton no escalão dos grandes do cinema, além é claro, de nos fazer admirar muito mais esse diretor, que nos faz gostar muito mais de cinema.
POR MARCELO CAMARGO, especial para o BLOG RETALHOS.
Ano de 2010 começando com
Para os mais crescidos, uma dose mais forte! Não deixe de ver 

PAI, MARIDO, NAMORADO, AMIGO: TODOS ELES GOSTAM





Em 1962, o pai organizou seus cinco filhos, formando um grupo, o nome? “Irmãos Jackson”!
Mas é no início da década de 1980 (82), que o jovem cantor reformula o mundo da música. Com o clipe “Thriller”, do álbum homônimo, dezenas de prêmios são acumulados.








